José Adil Blanco de Lima sobre: Um exercício de memória sobre Dona Dora e seu Adil

O historiador José Adil de Lima faz em linhas objetivas e esclarecedoras um percurso emocionante: – resenha a nosso pedido o livro de seu pai, uma biografia de seu avô.
Crônica da vigília

Crônica da vigília
O tempo.insiste, redundante, espiralado, em sua chula cronologia. Por Walmir Assunção Marques, com ilustração de Lua Castilho.
Em livro de estréia de Paulo Rolando de Lima, as memórias familiares como documento de época

As memórias familiares como documento de época, em livro de estréia de Paulo Rolando de Lima.
Santa Rosa andou pela Rua XV e desceu de trem a Paranaguá

Santa Rosa esteve aqui
Com sua prosa altamente plástica e visual, o autor de “Sentido do Tenentismo” descreveu a Rua Quinze nos anos 20/30.
Rollo de Resende, brevemente

Rollo de Resende, brevemente
A poesia de Rollo de Resende resiste ao duro teste do tempo e cresce na estima dos leitores. Por Adriano Smaniotto
Livre das máscaras da pandemia, a poesia de Luciana Cañete

A epidemia de Covid que rapidamente se alastrou a partir de janeiro (ou seria fevereiro) de 2020 traduziu-se também como solidão, ensimesmamento e novas percepções. Aos poucos, as anotações poéticas desses dias decididamente estranhos (para emprestar esse adjetivo da apresentação que se segue, de Ricardo Pozzo) emergem para a leitura mais geral. Abrimos a primeira edição desta QUERELA com dez dos “Poemas da Quarentena” escritos nas condições de confinamento (outra palavra de que toda gente se valeu exaustivamente) pela poeta, tradutora e mestre em letras Luciana Cañete.
Os quilates e o brilho inoxidável

A tradição dos jornais literários, que reivindicamos como a nossa, tanto pelo vigor da expressão como pela esperança de renovação – tentaremos desmenti-la, porém, em dois pontos. Deixaremos de lado os manifestos, as propostas atrevidas e sedutoras, o anúncio de revoluções nas artes. E tentaremos durar, pela utilidade e pelo serviço. Durar muitos anos sem escândalo, como a Volkswagen, o Estadão e a noblesse de robe do Judiciário.
Melhor também ir direto ao ponto antes que os leitores se impacientem. Esta Querela promete apenas uma concentrada atenção à nova criação poética e à prosa nova do lugar. Se possível, com boa dose de jornalismo, entendido como testemunho e arquitetura da informação.