Carlos Dala Stella para antigas crianças e futuros adultos

O anão de asas vermelhas assume uma função de mudança de percurso: apresentado como a primeira fábula do autor, o livro desloca para a narrativa fantástica elementos já presentes em trabalhos anteriores, mais ligados à poesia e às artes plásticas.

Desatinos, espelhos e desmemórias

Demarchi percorre lançamentos e reencontros editoriais, cruzando poesia, conto e memória crítica. De Helena Kolody a novos livros de 2026, uma leitura aguda sobre permanências, rupturas e vozes em movimento na literatura brasileira contemporânea.

Oito autores e nove livros na primeira

Ademir Demarchi escreve sobre os livros de Luiz Alceu Beltrão, Samantha Abreu, Paulo Sandrini, Luiz Rebinski, Ricardo Corona, Ricardo Schmitt Carvalho, João Lucas Dusi e Felipe Teodoro.

Cata-osso: poema em trânsito

Entre a espera, o cansaço e a paisagem da estrada, um ônibus vira metáfora e memória. Aqui, a poesia segue no ritmo do percurso, Caibar lê Minicordel do cata-osso.

Rio Apa por Cristovão Tezza

Rio Apa por Cristovão Tezza,
Um escritor carismático, uma comunidade utópica, um jovem em formação. No perfil que Cristóvão Tezza escreveu em 1998, a figura de W. Rio Apa surge como mito, mestre e enigma — e como parte decisiva de uma geração.