Carlos Dala Stella para antigas crianças e futuros adultos

O anão de asas vermelhas assume uma função de mudança de percurso: apresentado como a primeira fábula do autor, o livro desloca para a narrativa fantástica elementos já presentes em trabalhos anteriores, mais ligados à poesia e às artes plásticas.
Adriano Smaniotto: A infância como profecia

Adriano Smaniotto lê o próprio texto, oferecendo ao leitor a cadência e a respiração de sua escrita.
Desatinos, espelhos e desmemórias

Demarchi percorre lançamentos e reencontros editoriais, cruzando poesia, conto e memória crítica. De Helena Kolody a novos livros de 2026, uma leitura aguda sobre permanências, rupturas e vozes em movimento na literatura brasileira contemporânea.
Cruzando raízes e marés, o novo livro de Roberto Nicolato

O lançamento de Poemas de terra e mar, de Roberto Nicolato, reuniu leitores, amigos e interlocutores na Livraria Telaranha, no dia 1º de abril.
Entre o visível e o indizível: o clipoema Menos Claras, de Marcelo Sandmann

Entre palavra, som e imagem, o poeta Marcelo Sandmann expande os limites de sua própria escrita ao gravar o clipoema Menos Claras.
A vertigem e o espelho geracional da poesia madura de Ricardo Carvalho

Assinada por Marcelo Sandmann, a resenha de Geração Zonza: 50+ poemas sobre homens 50 examina o retorno literário de Ricardo Schmitt Carvalho após mais de duas décadas sem publicar.
Viagens fantásticas, pesadelos cruéis de Dédallo Neves

Em Viagens fantásticas, pesadelos cruéis Dédallo Neves reúne poemas que percorrem diferentes dimensões da experiência individual e coletiva.
Oito autores e nove livros na primeira

Ademir Demarchi escreve sobre os livros de Luiz Alceu Beltrão, Samantha Abreu, Paulo Sandrini, Luiz Rebinski, Ricardo Corona, Ricardo Schmitt Carvalho, João Lucas Dusi e Felipe Teodoro.
Cata-osso: poema em trânsito

Entre a espera, o cansaço e a paisagem da estrada, um ônibus vira metáfora e memória. Aqui, a poesia segue no ritmo do percurso, Caibar lê Minicordel do cata-osso.
Rio Apa por Cristovão Tezza

Rio Apa por Cristovão Tezza,
Um escritor carismático, uma comunidade utópica, um jovem em formação. No perfil que Cristóvão Tezza escreveu em 1998, a figura de W. Rio Apa surge como mito, mestre e enigma — e como parte decisiva de uma geração.