
Adriano Smaniotto: A infância como profecia
Adriano Smaniotto lê o próprio texto, oferecendo ao leitor a cadência e a respiração de sua escrita.

Adriano Smaniotto lê o próprio texto, oferecendo ao leitor a cadência e a respiração de sua escrita.

Entre palavra, som e imagem, o poeta Marcelo Sandmann expande os limites de sua própria escrita ao gravar o clipoema Menos Claras.

Entre a espera, o cansaço e a paisagem da estrada, um ônibus vira metáfora e memória. Aqui, a poesia segue no ritmo do percurso, Caibar lê Minicordel do cata-osso.

Abrindo a seção “Sala de áudio” da Querela, o poeta Rodrigo Madeira diz o seu poema “Daphne”, um dos erótico-amorosos de seu terceiro livro de poesia, “Baldio”, publicado em 2018.
Querela – Espaço das letras atuais
Produzido por Orgânica CW&D