
Do luto dos amores findos à ressignificação da memória amorosa
Dados bibliográficos: O cemitério dos amores mortos, de Théo Moosburger, capa de Jussara Salazar com pintura de George Frederic Watts, 96 páginas. Curitiba: Kotter Editorial, 2024.
Dados bibliográficos: O cemitério dos amores mortos, de Théo Moosburger, capa de Jussara Salazar com pintura de George Frederic Watts, 96 páginas. Curitiba: Kotter Editorial, 2024.
O filósofo e músico Caldat aprofunda em seu segundo livro o experimento de prosa poética (ou de poemas em prosa) inaugurado em 2017 com “Os amores móveis”. Clique para ler a resenha de “Heliotrópico” escrita por Adriel Fonteles de Moura.
“Pantaneira” reúne textos e imagens da aventura dos curitibanos nos cenários do bioma em 1984
Por Paulo Marins
O Lobo da Lua por Laura B. Moosburger
Certos livros infantis nos comovem por sua singeleza absoluta, por presentificarem o infantil em seu estado puro: o simples rosto de uma criança sorrindo sobre fundo branco…
Amores mais que perfeitos: os altos e baixos do primeiro romance de Carlos Augusto da Costa
O historiador José Adil de Lima faz em linhas objetivas e esclarecedoras um percurso emocionante: – resenha a nosso pedido o livro de seu pai, uma biografia de seu avô.
Querela – Espaço das letras atuais
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