Entre a literatura e a resistência: Nilton Bobato lança É proibido falar mal de Deus

O escritor Nilton Bobato reuniu, no dia 4 de outubro, leitores e amigos na Livraria Telaranha, em Curitiba, para o lançamento de É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica, publicado pela editora Artêra.
Entre memórias e infinitos: Théo Moosburger lança novo romance em Curitiba

Na sexta-feira, 12 de setembro, às 18h, aconteceu no Centro Cultural Ítalo-brasileiro Dante Alighieri, em Curitiba, o lançamento de A casa de todas as memórias – ou O tratado sobre o infinito, novo romance de Théo Moosburger.
Trecho de Grito Distante, novo romance de Bruno Nogueira

Em Grito Distante, Bruno Nogueira recria Curitiba como palco e personagem. A ilustração é de J. Lamarca.
Reinoldo Atem no livro 4 Poetas

Publicado em 1976, 4 Poetas reúne Reinoldo Atem, Domingos Pellegrini Jr., Hamilton Faria e Raimundo Caruso em uma coletânea marcada pelo compromisso literário e político da época.
Reinoldo Atem | Poesia à margem: o invisível Dia de Trabalho

Em Dia de Trabalho, publicado em 1974, Atem articula, não só, mas predominantemente, denúncia social, memória e algum desencanto.
Poeta sobre poeta sobre o tempo: Otto Winck lê as Suítes para relógio, de Rodrigo Madeira

Em resenha para Querela, Otto Leopoldo Winck analisa Suítes para relógio, o mais recente livro de poemas de Rodrigo Madeira
O tempo e a voz de Oscar Nakasato

Em Ojiichan, Nakasato retorna a temas que marcam sua escrita: o tempo, a memória, o pertencimento e as heranças silenciosas do cotidiano.
As coisas que estão nas profundezas
Adriana Sydor lança “o que tem no fundo do rio – crônicas fora de casa”

Partir, estar longe, se reinventar. Em O que tem no fundo do rio — crônicas fora de casa, a escritora Adriana Sydor transforma em literatura as experiências vividas durante os quatro anos em que morou em Portugal.
O livro foi lançado no dia 14 de junho no café do Palácio Belvedere.
O que ele viu da janela: Pellanda reúne em volume suas crônicas da pandemia

A Covid-19 bateu forte na matéria-prima do cronista, o dia-a-dia. Leia a resenha de Caibar Magalhães sobre as notas de LH Pellanda na cidade sitiada pelo vírus.
Agora em livro, a tese de Chrysantho Figueiredo sobre as marcas do Fausto de Goethe na análise do Capital

“Tentações Econômicas” vem sendo lançado em vários atos, o mais recente acompanhado de debate, dia 6 de maio, no salão nobre da Faculdade de Direito da Federal. Subtítulo da obra, escrita a partir das pesquisas de Chrysantho Sholl Figueiredo para um doutorado em Letras: “Maquinações mefistofélicas no Fausto II e o feitiço da mercadoria em Marx”