Poeta sobre poeta sobre o tempo: Otto Winck lê as Suítes para relógio, de Rodrigo Madeira

Em resenha para Querela, Otto Leopoldo Winck analisa Suítes para relógio, o mais recente livro de poemas de Rodrigo Madeira
O tempo e a voz de Oscar Nakasato

Em Ojiichan, Nakasato retorna a temas que marcam sua escrita: o tempo, a memória, o pertencimento e as heranças silenciosas do cotidiano.
As coisas que estão nas profundezas
Adriana Sydor lança “o que tem no fundo do rio – crônicas fora de casa”

Partir, estar longe, se reinventar. Em O que tem no fundo do rio — crônicas fora de casa, a escritora Adriana Sydor transforma em literatura as experiências vividas durante os quatro anos em que morou em Portugal.
O livro foi lançado no dia 14 de junho no café do Palácio Belvedere.
O que ele viu da janela: Pellanda reúne em volume suas crônicas da pandemia

A Covid-19 bateu forte na matéria-prima do cronista, o dia-a-dia. Leia a resenha de Caibar Magalhães sobre as notas de LH Pellanda na cidade sitiada pelo vírus.
Agora em livro, a tese de Chrysantho Figueiredo sobre as marcas do Fausto de Goethe na análise do Capital

“Tentações Econômicas” vem sendo lançado em vários atos, o mais recente acompanhado de debate, dia 6 de maio, no salão nobre da Faculdade de Direito da Federal. Subtítulo da obra, escrita a partir das pesquisas de Chrysantho Sholl Figueiredo para um doutorado em Letras: “Maquinações mefistofélicas no Fausto II e o feitiço da mercadoria em Marx”
Do luto dos amores findos à ressignificação da memória amorosa

Dados bibliográficos: O cemitério dos amores mortos, de Théo Moosburger, capa de Jussara Salazar com pintura de George Frederic Watts, 96 páginas. Curitiba: Kotter Editorial, 2024.
Versos precisamente calculados: Ivan Justen Santana lança seus Terceiros Episódios

Versos precisamente calculados: a poesia de Ivan Justen Santana
Ivan Justen Santana chega ao terceiro voo solo reafirmando o lirismo ácido e reflexivo que permeia sua obra há mais de 30 anos. O lançamento de Terceiros Episódios foi no dia 22 de março, na Livraria Joaquim. A escritora Adriana Sydor calçou as sandálias da repórter e da fotógrafa e foi registrar o momento, que reuniu gente não só das letras e da música, áreas em que Ivan transita com muita naturalidade, mas também de outros lugares e interesses, sublinhando que poesia é assunto para todo mundo.
O que se mexe ou está parado nas letras do lugar

Os sinos dobram por Reinoldo Atem
Leminski aos Oitenta virou paisagem
As letras da província, um campo desarrumado
Novo livro de poemas de Rodrigo Madeira
“Heliotrópico”: poesia em prosa de Gilberto Caldat leva o leitor a viajar

O filósofo e músico Caldat aprofunda em seu segundo livro o experimento de prosa poética (ou de poemas em prosa) inaugurado em 2017 com “Os amores móveis”. Clique para ler a resenha de “Heliotrópico” escrita por Adriel Fonteles de Moura.
As paragens do Pantanal revisitadas em livro de Ewaldo Schleder e Julio Covello

“Pantaneira” reúne textos e imagens da aventura dos curitibanos nos cenários do bioma em 1984
Por Paulo Marins